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TRATAMENTO DE TRINCAS EM FACHADAS

9 de maio de 2017 - categoria: Condomínios, Dicas

Uma fase fundamental da restauração de fachadas é o tratamento de trincas. Antes do tratamento das trincas é necessário que se faça uma verificação geral nas superfícies para detectar a existência de substrato solto. Todas as partes soltas deverão ser removidas, e aplicado novo reboco. Este deverá ser nivelado com o reboco existente, considerando a espessura do revestimento de acabamento.

As trincas deverão ser abertas em cunha, limpas e preenchidas com resina acrílica de elasticidade permanente própria para o tratamento destas. Como exemplo de resina, pode ser utilizado Mastique (Viapol) ou Denverflex PU 330 (Denver). O poliuretano é o tipo de selante mais utilizado em juntas de fachadas ou tratamento de trincas. Isso se deve à sua maior durabilidade e pelo fato de não manchar revestimentos porosos e ter uma excelente flexibilidade e alongamento. Após o tratamento, a trinca deverá ser restaurada/corrigida com massa acrílica, textura ou massa base, conforme aplicável. A correção de trincas segue o mesmo procedimento de preenchimento que as juntas de dilatação. LEIA MAIS

A IMPORTÂNCIA DAS JUNTAS DE DILATAÇÃO EM FACHADAS DE EDIFÍCIOS

18 de abril de 2017 - categoria: Condomínios, Revestimentos

Atualmente é muito comum a utilização de juntas de dilatação em fachadas de edifícios. Porém até pouco tempo atrás essa prática não era usual. Materiais como concreto, alvenaria, pedras e outros, utilizados frequentemente nas fachadas de prédios, têm uma tendência a sofrer reações físicas em decorrência de variações térmicas, expandindo-se com o calor e retraindo-se com o frio. Também estão sujeitas a variações estruturais causadas por movimentação do terreno; por retração da argamassa ou por vibrações ocasionadas pelo vento ou pelo trânsito. Com o tempo é comum essas edificações apresentarem fissuras.

Deve-se executar juntas de dilatação nas fachadas a fim de criar espaços entre as placas do material utilizado. Isso permite que elas possam sofrer as movimentações de expansão e retração livremente e evitar as fissuras. Essa prática evitará o descolamento de grandes placas de revestimento, como exemplificado na foto abaixo. LEIA MAIS

MANUTENÇÃO PREDIAL

29 de março de 2017 - categoria: Condomínios

As intempéries castigam muito as construções, especialmente em locais onde há maresia ou a umidade relativa do ar é muito alta. Quando a camada que faz a proteção de uma edificação está comprometida (pastilhas, refratários, materiais cerâmicos, pedras naturais ou pintura); a umidade externa acaba penetrando nas paredes e causando grandes estragos. Ocorre a formação de mofo, que deteriora rapidamente a alvenaria. Esta começa a apresentar pequenas rachaduras que podem evoluir para o descolamento de grandes placas de reboco; e até dos tijolos. Por este motivo é imprescindível que se faça a manutenção predial pelo menos a cada cinco anos; sendo que o ideal é uma revisão a cada dois anos.

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