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MANUTENÇÃO PREDIAL CORRETIVA

21 de março de 2017 - categoria: Condomínios

MANUTENÇÃO PREDIAL CORRETIVA PARCIAL

A manutenção predial corretiva parcial se caracteriza pela substituição de parte das pastilhas, e aplica-se em caso de desprendimento parcial devido a aplicação incorreta, base inadequada, fissuras ou mesmo desgaste natural.

  • Analisar o reboco, através de percussão, identificando locais ou áreas com som “cavo”. Neste local deve-se substituir o reboco;
  • Em locais com trincas deve-se verificar se as trincas estão estáveis com lacre de gesso, em pontos estratégicos;
  • Verificar as origens das trincas no revestimento;
  • No caso de trincas no reboco, ou mesmo nas pastilhas, são pontos para a infiltração de água que deterioram a alvenaria. Neste caso a trinca deve ser tratada, para que, posteriormente, seja feito novo revestimento.

Observação: Deve-se ter em mente que quando se fala em manutenção predial corretiva, o reparo parcial não terá o mesmo padrão estético original. Portanto, sugere-se substituir uma área maior, por exemplo com panos independentes (fachadas inteiras, sacadas, etc.), de forma a manter a homogeneidade no serviço.

Reparo de emboço

  • Observar a espessura do emboço, para manter a mesma durante a aplicação da nova pastilha;
  • No caso de não possuir o mesmo material em estoque, é recomendável que o proprietário envie uma amostra das pastilhas antigas para que a indústria fornecedora obtenha pastilhas o mais semelhante possível;
  • Durante a aplicação do revestimento, procurar proteger a região próxima (Caixilhos, pinturas, grades, janelas e outros revestimentos).

 

MANUTENÇÃO PREDIAL CORRETIVA TOTAL

É indicada quando:

  • Substituição de todo revestimento antigo por motivos estéticos;
  • Grandes desplacamentos e estufamentos;
  • Infiltração de água;
  • Ocorrência de trincas generalizadas.

São recomendados os seguintes cuidados no restauro:

  • Solicitar análise dos serviços a uma empresa especializada que informará até que camada será necessária a remoção do antigo acabamento;
  • Identificar juntas de dilatação, e caso não haja, devem ser instaladas a fim de compensar as diferenças de temperatura e evitar o estufamento das pastilhas;
  • Conferir o nível, prumo, juntas e planicidade das paredes; caso necessário, fazer as regularizações necessárias;
  • Aplicar as pastilhas, observando a aplicação, alinhamento e a forma de utilização da argamassa de assentamento para uso externo;
  • Observar cuidados na proteção dos materiais da fachada (esquadrias das janelas, vidros, etc.).
 Por Márcia Groxko